
PSICÓLOGA CAROLINE HEGELE
Psicoterapia de orientação psicanalítica I Crianças, adolescentes e adultos.
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"Somos seres desejantes destinados a incompletude, e é isso que nos faz caminhar"
Jacques Lacan

QUEM FAZ PSICOTERAPIA?
Os caminhos que nos levam ao encontro da escuta do sofrimento e outras questões, podem ser diversos. Não há uma regra que "sirva" para todos, não somos iguais em nossa singularidade. Ao longo do viver recolhemos detalhes das experiências que temos quando estamos em relação ao outro. Da cultura, do social, do político, do familiar, daquilo que nos constitui como sujeitos. Quando um nó se aperta, intenso e demorado, um sintoma fala e pede atenção. Este sintoma na superfície será o primeiro passo, o que poderá te levar a buscar uma psicoterapia. Te aguardo!

ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO (AT)
O acompanhamento terapêutico (AT) surge como uma prática clínica de cuidado em liberdade junto com o movimento da Reforma Psiquiátrica. Este modelo de acompanhamento se constituiu inicialmente pela necessidade de atender à demanda daqueles que viviam sob a tutela das instituições psiquiátricas e que eram compreendidos pelo viés do enclausuramento, excluídos por uma condição de vulnerabilidade e destituídos de autonomia enquanto cidadãos. Passados mais de trinta anos, o AT segue resistindo junto às políticas públicas de saúde dentro do SUS, para a comunidade em seus territórios e agora se depara com "muros invisíveis" que seguem excluindo o que foge da padronização dos modos de vida na pólis. O que se propõe com o AT é ampliar a escuta que se dá no encontro com a cidade, uma vez que a circulação nem sempre é algo comum para todos e todas que se encontram excluídos do convívio em sociedade, possibilitando a visibilidade dos diversos modos de ser e viver. Quem são os sujeitos dos AT? Pessoas que estão em sofrimento diante de alguma impossibilidade na circulação por espaços públicos, acometidas por quadros depressivos, fóbicos, de transição por algum processo de perda da realidade e com isso uma impossibilidade de estar em terapia nos moldes de um acompanhamento tradicional, no consultório.

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